Eita! Que faz ilegítimo esforço


Eita! Que faz ilegítimo esforço
Quem aqui uma poesia busca
Que seja apenas de conforto

Não terei o dito perdão do viver torto
Que, então, seja de forma brusca
Se sou mais de versos de mal gosto

Porém ainda, sim, serei mais exposto
E se descer vagarosa pelo rosto
A lágrima que a conter foste imposto

Saiba que sou de me sentir absorto
E de modo vão de agosto a agosto
Pela sua crítica sou dado como morto

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