Este jeito suave e faceiro
Este jeito suave e faceiro
De provocar os desejos
Inspira este reles vate
A versos de ousadia
E se no peito ainda bate
Por ti um sentimento
Que deixar não ousemos
Cair no esquecimento
Se não houver nada
Além que nos impeça
Aceite essa sútil cantada
E faça-me sincera promessa
E seja, ao menos, na poesia
A minha mais desejada
Musa por um dia
Meu olhar ao fitar o par
Meu olhar ao fitar o par
Deleita-se só de imaginar
Da boca e mãos ao alcance
E se aos mais vorazes dos enleios
Permitisse uma única chance
Me perderia em seus seios
E sem quaisquer receios
Que então a me instigar
Com este jeito de menina
Num só gesto me alucina
Com seu corpo de mulher
Você nunca sequer se limite,
Pois fazem não apenas seus lábios
Ao mais divino prazer
Além de mais te querer
De me saciar o convite
Fernandes Oliveira
Tempo
Eu a vi linda
E isto
Pareceu-me esquisito
Pois digo
Que pensei ter sido
Coisa de outro tempo
De um tempo
Há tempos ido
De um tempo
Que há tempos
Pelo próprio tempo
Foi esquecido.
Levados pelos instintos
Levados pelos instintos
Que nos saciemos por inteiro
E guiados pelo infinito satisfazer
De nossos mais íntimos desejos
Encontremos nos labirintos do prazer
Seus braços me envolvem
E quando você resolve
Falar baixinho ao meu ouvido
Excita-me com sua voz grave
E em uma deliciosa carícia suave
Tira de mim os sentidos
E me embriaga com seu cheiro
E a boca a querer seus beijos
Percorre seu corpo por inteiro
Seguem seus ávidos dedos
A descobrir meus segredos
E como sedenta fêmea no cio
Eu apenas me delicio
E me desnudo sem medo
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Que nos saciemos por inteiro
E guiados pelo infinito satisfazer
De nossos mais íntimos desejos
Encontremos nos labirintos do prazer
Seus braços me envolvem
E quando você resolve
Falar baixinho ao meu ouvido
Excita-me com sua voz grave
E em uma deliciosa carícia suave
Tira de mim os sentidos
E me embriaga com seu cheiro
E a boca a querer seus beijos
Percorre seu corpo por inteiro
Seguem seus ávidos dedos
A descobrir meus segredos
E como sedenta fêmea no cio
Eu apenas me delicio
E me desnudo sem medo
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Essa sua boca avermelhada
Essa sua boca avermelhada,
em sonhos, tantos desejos me provoca
e você de inocente não tem nada
eu apenas te proponho,
que simplesmente nossos anseios
saciemos sem quaisquer receios
sem algo além pedir em troca
Enlouqueça-me

enlouqueça-me
dos pés a cabeça
faça-me vibrar
só em pensar
que seu olhar
meu lânguido corpo percorre
e tua língua,
às vezes ousa,
às vezes pousa,
e sempre me deixa louca
e logo descobre
minhas entranhas
se serve de todas minhas manhas
eu quero mais
e te procuro sempre
mesmo quando ausente
te sinto, te afago
e a ti, me entrego inteira
e adormeço
só
em meu quarto
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Apresentação de Sabe por Marcel Moai Arancibia no Sarau das Ostras 17-06-2017
Poesia de Fernandes Nandho Oliveira
Voz e violão de Marcel Arancibia Contreras
Apresentação nos 7 anos e Sarau das Ostras 17/06/2017
Sabe quando a gente procura, às vezes, descobre
Que o mundo, então, nos cobre não apenas a cura dos males
Porque se não sou de andar em busca da morte em vales
e mais me vale contar com a sorte do que a fé, que seja sim forte
isto que nos dá suporte, qual a alta maré e nos transporte a lugares
que nunca dantes pensados e se há ainda mares nunca navegados
e segredos a poucos revelados que seja do teu lábio, dito sagrado
o único gosto a permanecer no meu quando estiver acordado.
Que o mundo, então, nos cobre não apenas a cura dos males
Porque se não sou de andar em busca da morte em vales
e mais me vale contar com a sorte do que a fé, que seja sim forte
isto que nos dá suporte, qual a alta maré e nos transporte a lugares
que nunca dantes pensados e se há ainda mares nunca navegados
e segredos a poucos revelados que seja do teu lábio, dito sagrado
o único gosto a permanecer no meu quando estiver acordado.
Poeta Fernandes
Sabe
Sabe quando a gente procura, às vezes, descobre
Que o mundo, então, nos cobre não apenas a cura dos males
Porque se não sou de andar em busca da morte em vales
e mais me vale contar com a sorte do que a fé, que seja sim forte
isto que nos dá suporte, qual a alta maré e nos transporte a lugares
que nunca dantes pensados e se há ainda mares nunca navegados
e segredos a poucos revelados que seja do teu lábio, dito sagrado
o único gosto a permanecer no meu quando estiver acordado.
Que o mundo, então, nos cobre não apenas a cura dos males
Porque se não sou de andar em busca da morte em vales
e mais me vale contar com a sorte do que a fé, que seja sim forte
isto que nos dá suporte, qual a alta maré e nos transporte a lugares
que nunca dantes pensados e se há ainda mares nunca navegados
e segredos a poucos revelados que seja do teu lábio, dito sagrado
o único gosto a permanecer no meu quando estiver acordado.
Estremeço quem me admira
estremeço quem me admira
quando falo indeléveis verdades
ou calientes mentiras
sou a fera que pede o beijo
da bela e te causa ira
se te provoco desejo
desculpa se mal a mim mesmo
eu me refira
verso e versejo
enquanto tudo ao redor me inspira...
quero continuação a este verso quem vai?
Tudo em você me provoca
Tudo em você me provoca
Seu olhar me transporta
Faz com que eu me sinta
Verdadeira, inteira e mulher
E não neguemos nosso desejo
O que eu quero, você quer
Algo além do beijo
E após fechar-se a porta
Que vagarosamente me dispa
Que juntos, o êxtase a gente atinja
E diante dos espelhos
Com nossas roupas ao chão
Nada mais se finja
Prazer é nossa única intenção
O delinear do seu corpo
O delinear do seu corpo, sob o vestido,
Provoca em mim as sensações diversas
E não sou de apenas ficar na conversa
Seguindo suas sinuosas curvas invisto
E de medo e desejo somos um misto
Agora guiados unicamente pelos instintos
Já não há nada mais que nos impeça
Se em sua pele provoco os arrepios...
Quanto menos sigo - São Vãos os Versos Sãos
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Rima Rica - São vãos os Versos Sãos
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A floresta é Negra - poesia feita junto com a Fernanda minha filha
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