Poesia - Trinta e uma primaveras

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Trinta e uma primaveras
Vivendo a vida às veras,
Pois aqui não tem “vólts”
Na tristeza vou dando golpes
E minha ode
Te dá diversas hipóteses
Brinco com rimas nem sempre
Ditas e tidas como singelas
Aquilo que bem faço
Tornam singular meu traço,
Ou tornam reais minhas quimeras
Ah! Quem me dera !
Do triste olhar que o menino trigueiro
Trazia, ter saudade!
Mas o tempo não apaga
E não nos afaga,
Pois a saudade é amarga
Tal e qual boldo,
E se quis do bolo bom pedaço
E não me entreguei ao discurso falso
Hoje brindo no meu tempo e espaço
E faço de re-vocábulos
Singularmente uso.
E de sua mente
E em sua caixa
Acho graça
E sou mais um intruso.



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Um comentário:

  1. FERNANDEZ ESTOU ATRASADA? PERDI O BOLO E O GUARANÁ TEM? AH BRIGADEIRO COM CERTEZA NÃO SOBROU, MAS SABE SOBROU ESTE TEU TALENTO MÁGICO, LINDO E SINCERO, QUE EU SOU FÃ, PARABÉNS AMIGO, VAMOS VER SE NÃO ME ATRASO QUANDO FOR 32, QUEM SABE PEGO PELO MENOS O GUARANÁ, BEIJOS LUCONI

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